Sou servo
da escrita em verso.
Se penso
tro
pe
ço
e
d
e
s
a
b
o
poesia.
Desconheço
coisa mais macia.
Talvez a pele de Luiza
pela ausência de vírgulas.
Talvez o frescor da língua
no calor do começo
ou a razão do
tro
pe
ço
que metrifica
a brisa.
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